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sábado, 2 de janeiro de 2016

O Boeing e o pescador de Araras: Um Avião em Açude do Interior do Ceará?

Um avião T-25 da FAB caiu no Açude de Pentecostes em 1980.
Nos últimos dias bastante se falou sobre o possível avião que estaria submerso no fundo do açude Paulo Sarasate, conhecido popularmente como Araras, no interior do Estado do Ceará. Nada encontramos sobre este acontecimento em nossos arquivos. No entanto aviões caíram em lagoas no interior e na capital em um passado recente.
O bimotor da Lagoa da Parangaba foi 
retirado do fundo no dia seguinte.

No início da noite de 26 de julho de 1989 o avião particular bimotor de prefixo PT-KYQ sofreu uma pane e seus motores param de funcionar subitamente. O piloto José Heitor Bacellar manobrou com habilidade o avião até decidir pelo pouso forçado na Lagoa da Parangaba, zona sul de Fortaleza. Nenhum tripulante ficou ferido e logo foram resgatados pelo corpo de Bombeiros. Mas os mergulhadores não devem se animar muito: o avião logo foi retirado do fundo da lagoa.

Outro sinistro aconteceu no começo da tarde de 29 de agosto de 1980 quando um avião de treinamento T-25 da Força Aérea Brasileira fez um pouso forçado no Açude Pereira de Miranda em Pentecostes. No acidente um dos pilotos, o tenente aviador mineiro Clodoaldo Matias de Oliveira foi arremessado para fora do avião e resgatado por pescadores. O outro aviador, o tenente gaúcho identificado apenas como Rolim perdeu a vida no acidente e seu corpo não havia sido encontrado até o segundo dia de buscas.
O bimotor sofreu danos
no impacto.

Os jornais nada noticiaram sobre sua remoção para perícia, mas o T-25 da FAB deve ter sido retirado do fundo e o mesmo com certeza aconteceu com o avião da Lagoa da Parangaba. É o procedimento padrão nesses casos: se a aeronave puder ser facilmente resgatada assim o fazem para facilitar as investigações sobre o motivo do acidente.

Temos três contras para a teoria do pescador de Araras. O primeiro é que se o avião fosse fruto de um acidente conhecido algum registro do mesmo teria na mídia ou pelas autoridades que investigam acidentes aéreos. Outro contra é que se houver possibilidade de resgate a aeronave sinistrada será resgatada para perícia. O terceiro contra é que dificilmente o acidente aéreo passaria despercebido pelos moradores da localidade visto que vestígios da aeronave e das vítimas provavelmente boiariam.

A hipótese a favor do ex-pescador de Araras é que seja uma aeronave de pequeno porte e desconhecida dos registros oficiais, como os aviões utilizados por traficantes para o transporte de sua mercadoria. Mas um Boeing? Dificilmente uma aeronave desse porte passaria despercebida mesmo no fundo do açude Araras.

Portanto é possível que tenha um avião no fundo do açude Araras? Sim. Mas é Provável? Creio que não. Mas com o ritmo em que a seca avança em breve saberemos.

Fontes:
Jornal Opovo
Jornal Diário do Nordeste

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Atlas de Naufrágios do Ceará: histórias dos mares cearenses!





No Atlas de Naufrágios do Ceará você encontrará relatos de naufrágios históricos que ocorreram no litoral cearense. Você lerá sobre o naufrágio Amazônia e o que aconteceu com sua carga de cristais e conhecerá o Baron Dechmont, o navio inglês que foi torpedeado durante a Segunda Guerra Mundial e hoje chama-se Naufrágio do Pecém. Também contamos a história do vapor Siqueira Campos e elucidamos o mistério do iate Cisne Branco. O Petroleiro do Acaraú, Macau e Naufrágio dos Remédios agora tem seus últimos momentos contados para o público em geral.

Além das aventuras em pesquisar, descobrir e mergulhar nesses navios afundados, apresentamos textos técnicos para um aprofundamento no estudo e pesquisa arqueológica não invasiva de naufrágios.

Os naufrágios dos quais temos registros são listados e apresentados em um mapa da costa do Ceará. São apresentados dados inéditos na historiografia naval cearense, alguns com datas, motivo do sinistro e localização por coordenadas geográficas. Outros ainda permanecem as margens da história indicados por um nome qualquer.

Ainda no livro o leitor encontrará um Manual de Reconhecimento de Partes e Peças de Naufrágios para conhecer mais da estrutura de navios naufragados ou não.

Junto com o livro você também adquire o documentário sobre o Naufrágio Amazônia e o Resgate dos Cristais do documentarista Roberto Bonfim. Nele foi resgatada a história do navio que afundou em 1981 na entrada do Porto do Mucuripe e o que aconteceu com sua carga misteriosa.

Para adquirir o livro e o documentário por R$ 100,00 (+ despesas de envio) mande um email para mardoceara@gmail.com com sua solicitação e endereço. A pagamento poderá ser feito por transferência bancária, boleto ou cartão (quando em Fortaleza).

The Atlas is written in portuguese and english!


Você também pode adquiri-lo em livrarias e lojas de Fortaleza:

Livraria Acadêmica
Rua Pereira Filgueiras, 1300 - Meireles
Rua Costa Barros, 901 - Meireles

Livraria Cultura
Av. Dom Luis, 1010 - Shopping Varanda

Armazém Canidé
Rua Conde D´Eu, 513 - Centro

Orcopel
Rua Conde D´Eu, 599 - Centro

Casa Donato
Rua Conde D'Eu, 535 - Centro

E no MercadoLivre!!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Lançamento do "Atlas de Naufrágios do Ceará" e o documentário "Naufrágio Amazônia e o Resgate dos Cristais"


Amigos,

É com enorme prazer que os convidamos a participar deste grande evento do mergulho e da história cearense. Dez anos de pesquisas e mergulhos em naufrágios resultaram no Atlas de Naufrágios do Ceará por Marcus Davis e Augusto César Bastos. Resgatamos para vocês histórias fantásticas que aconteceram aqui em nossos mares!

No Atlas de Naufrágios do Ceará você irá encontrar histórias de naufrágios ícones do litoral cearense, muitas vezes tragédias marcantes com perda de vidas humanas mas que foram há muito tempo esquecidas. Homenageamos as vítimas desses acidentes lembrando-as através deste livro com imagens de época e fotos impressionantes de navios que atualmente estão no fundo do mar colonizados pela exuberância da vida subaquática.

Autores convidados provenientes de instituições como o Laboratório de Ciências do Mar da Universidade Federal do Ceará e a Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural da Marinha colaboraram com textos técnicos de diversas áreas relacionadas ao mergulho e à pesquisa de naufrágios.

Também listamos todos os cerca de cem naufrágios conhecidos que ocorreram do Estado. Alguns com dados precisos como data do afundamento e localização por coordenadas geográficas estão listados em um mapa. Mas outros mesmo que uma vez tenham sido estruturas grandiosas da engenharia naval, permanecem anônimos sob os verdes mares cearenses.

Ainda no livro convidamos o leitor leigo para conhecer melhor os navios e naufrágios através do Manual de Reconhecimento de Partes e Peças de Naufrágios com fotos de navios museus espalhados pelo mundo, ou com imagens das peças ainda submersas. Para o leitor mergulhador esta seção torna-se um manual para auxilia-lo a entender melhor essas grandes estruturas submersas e como reconhece-las após anos no mar e assim orientar-se melhor durante seus mergulhos.

Junto com o atlas lançaremos o documentário "Naufrágio Amazônia e o Resgate dos Cristais" um trabalho conjunto do documentarista Roberto Bonfim sobre um naufrágio ícone na história de Fortaleza! 

Ainda no evento nos deslumbraremos com a exposição do fotógrafo cearense Ruver Bandeira com imagens incríveis do mundo subaquático e seus habitantes!

Venha participar desse grande evento da cultura marítima cearense! Um convite especial aos alunos do Clube de Mergulho Mar do Ceará que acreditam em nosso trabalho e fazem parte dessa história. Sua presença é fundamental pois cada um de vocês faz parte deste trabalho!


Livraria Cultura
Av. Dom Luís, 1010 - Shopping Varanda Mall
03 de dezembro de 2015 às 19h

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Expedição Navio do Pecém

Mergulhadores no canhão defensivo do Baron Dechmont.

Temporada de mergulho animada nos mares cearenses. Visitamos vários pontos de mergulho ao longo do nosso litoral (e fora dele). Em maio realizamos uma expedição ao Baron Dechmont, o famoso Navio do Pecém, um navio inglês que foi torpedeado durante a II Guerra Mundial por um submarino alemão e que se transformou nuns dos melhores naufrágios para mergulhar no Ceará.
Tubarão lixa e esponja.

Poucos são aqueles que visitaram e visitarão o naufrágio, esta foi a nossa terceira expedição (2011, 2012 e 2015). Isto pela sua distância da costa e profundidade. O local está a 30km da Praia do Pecém e a 54km de Fortaleza e exige mergulhadores bem preparados para enfrentar a navegação e a profundidade.

Apesar de ser mais distante de Fortaleza escolhemos esta cidade como ponto de partida. No mar a menor distância entre dois pontos nem sempre é uma reta, ou a menor reta. Saindo do Mucuripe teríamos o mar e o vento a nosso favor nos ajudando a alcançar o naufrágio. Partimos as 5:30 da manhã. Um pouco de chuva para incomodar os ânimos, mas nada que que atrapalhasse a energia e a vontade de mergulhar no Navio do Pecém. Navegamos durante quatro horas e meia e por incrível que pareça ninguém enjoou (quatro horas de mar e ninguém enjoar é fantástico nos mares cearenses). 
Cardume de Pampos

Chegamos sobre o ponto com sol forte e vento fraco e logo que entramos na água tivemos uma excelente surpresa: 35m de visibilidade, ou seja, víamos o naufrágio da superfície. E ele estava lindo e cheio de vida. Cardumes diversos (galos, guarajubas, pampos e parús) circulavam o navio, pequenos peixes bentônicos encantavam o lugar, grandes beijupirás circulavam à vontade. Uma grande arraia esparramada sobre os destroços revelando o real motivo para tantos beijupirás: os filhotes de arraias são muito apreciados por esses peixes. E logo ele apareceu, um mero grande e curioso que posou para as fotos. Tubarões lixa repousavam abrigados e indiferentes aos mergulhadores. Por bombordo do navio um grande jardim de enguias se mantém por lá. As enguias são assustadas, ficam apenas com a cabeça fora da toca e quando nos aproximamos elas se escondem, dezenas delas em pequenos buracos na areia. Para completar o cenário, grandes esponjas dão um charme ao destruído navio. Tudo isso em apenas um mergulho.
As caldeiras do Navio do Pecém

Após o mergulho subimos para descansar e eliminar parte do nitrogênio acumulado durante o nosso tempo submerso. Enquanto a tripulação do barco pescava, um golfinho passou próximo a nossa embarcação animando a possibilidade de um encontro no fundo.

Depois de uma hora e meia de intervalo de superfície mergulhamos novamente. E lá estava o azul maravilhoso com um lindo naufrágio no fundo. Assim que imergi avistei uma arraia xita que circulava nosso cabo guia. O navio está parcialmente destruído devido a explosão que o afundou e a anos de depredação por parte de piratas submarinos que vandalizam os naufrágios cearenses dinamitando-os para extrair metais nobres (cobre, bronze, latão) que são vendidos no peso em sucatas. Mas ainda podemos ver diversas estruturas do navio em si. A popa está bem preservada é possível contornar o leme. O canhão defensivo ainda está lá, apontando para o fundo. Roda do leme, caldeiras, e outras grandes estruturas ainda estão lá, um pouco camufladas por anos de colonização dos novos habitantes.

Saímos da água e navegamos rumo a Praia do Pecém como o planejado. A fim de evitar a longa navegação até Fortaleza desembarcaríamos os mergulhadores nesta praia onde uma van nos aguardava para nos levar de volta a cidade. Ao chegarmos nossa equipe de terra nos aguardava e desembarcamos às 16:30. 

O sucesso da operação se deu ao perfeito planejamento e sincronia da equipe, a alta qualidade e capacitação dos mergulhadores envolvidos, a avaliação de condições de mar, fases a lua, condições climáticas e a Deus que permitiu que nossa viagem fosse em  paz.



Donald MacCullam, o capitão do Baron Dechmont em seu navio.

O Baron Dechmont antes de se transformar no Navio do Pecém.

Croqui do Naufrágio feito em 2005 por Maurício Carvalho.

Mergulhador e cardume de parús

Mergulhadores no naufrágio. Muita vida.

A âncora reserva ainda está no convés do Baron Dechmont.

Esponjas cobrem o navio.

Cardume de Peixes Galo.

Guarajubas circulam o costado do naufrágio.

Mero no naufrágio. Esperamos que sobreviva aos pescadores e caçadores submarinos. Foto: Rita Salgueiro.

Cansaço pós mergulho!

O staff dormindo em qualquer canto. Foto: Rita Salgueiro.

Todo mundo feliz!
E o mero?
Após os mergulhos uma dúvida surgiu. Divulgar ou não a existência de um mero no local. Isto porque mergulhadores mal intencionados podem ir ao local com o proposito de pescar esse peixe. É um perigo real, mas esperamos que esta informação ajude mais a conscientizar do que a predação. Salvemos nossos mares.




Leia Mais:
Logística e Informações sobre Saída de Mergulho para o Naufrágio do PecémNaufrágio do Pecém: o afundamento do navio inglês Baron Dechmont e do submarino alemão U-507
U-507: Um Relato sobre o Afundamento do Submarino que "empurrou" o Brasil para a II Guerra Mundial
Agosto de 1942: Memórias da Guerra Submarina na Costa de Sergipe


terça-feira, 2 de junho de 2015

Proa e Popa: Você sabe a diferença?


Proa do Naufrágio do Titanzinho. A pequena embarcação pesqueira jaz sobre seu bombordo a 20m de profundidade em Fortaleza, CE.
Popa de um grande cargueiro ao lado de
um pequeno rebocador. Porto de Santos, SP.


Apesar de ser fácil de memorizar, muitas pessoas confundem.
  • Proa é a parte da frente de uma embarcação. Normalmente possui um desing a fim "cortar a água" verticalmente ou passar sobre a camada superficial.
  • Popa é a parte traseira. Normalmente é onde se localizam os lemes e o hélice (quando utilizado).




Proa do famoso Mara Hope em Fortaleza.
Afinada verticalmente para "cortar a água" 
Popa do Naufrágio Macau. O navio está invertido
portanto vemos os lemes na foto. Fortim, CE.





sábado, 16 de maio de 2015

Escotilha e vigia: Você sabe a diferença?


Escotilha do Submarino Museu U-995 em Laboe, Alemanha. As escotilhas de submarinos eram circulares.
Escotilha do Forte dos Remédios
naufragado em 1986 em Uruaú.

  • Escotilha é qualquer abertura no convés ou costado do navio destinado a passagem de ar, luz, carga ou pessoal. Normalmente possui travas vedantes.
  • Vigias são aberturas geralmente circulares instaladas no costado ou na anteparas de uma superestrutura, destinada a arejar ou a iluminar um compartimento. São guarnecidas de uma gola de metal na qual se fixam ou se articulam suas tampas estanque.




Vigia de navio museu em exposição no
Complexo Histórico de Bremnhaven, Alemanha.

Detalhe da vigia do NM Seawind
naufragado em 2012 na Enseado do Mucuripe.











quarta-feira, 25 de março de 2015

Remédios: Naufrágio Cearense em Miniatura

Cabine de Comando com janelas pequenas; e as metralhadoras com montagem dupla que não existem no naufrágio


Rampa de desembarque
Um hobbie, uma missão: trazer para a superfície navios que naufragaram no Ceará. Esse é o segundo de uma série de embarcações que sairão do "Mini Estaleiro Mar do Ceará"! Montado a partir de um kit pré fabricado da marca Lindberg na escala 1/125. Conheça mais do naufrágio mais inteiro do Ceará.

O naufrágio que hoje conhecemos como "Remédios" um dia foi um navio de desembarque de tropas de médio porte. Quando o visitei pela primeira vez logo soube que se tratava de uma embarcação militar: sua rampa de desembarque, o formato e tamanho das vigias e o seu sistema de recolhimento da âncora, o guincho ser localizado na popa, e não na frente da embarcação revelavam ser um navio diferente.
Cabine de Comando

O sinistro aconteceu em 1986 e desde então este local já teve muitos nomes. Era conhecido na região por "Remédios" ou, para alguns mais prosaicos, "Nossa Senhora dos Remédios". Quando passamos a visitar-lo notamos em alto relevo as seguintes inscrições: "Cypress -  US Army" o que mudou temporariamente o nome daquele pequeno navio. Pouco depois o pesquisador especialista em naufrágios Maurício Carvalho localizou a história do navio "Forte dos Remédios". Fora comprado pelo governo brasileiro por U$ 217.000,00 junto com outra embarcação que atualmente também encontra-se naufragada. Seu objetivo era abastecer a ilha de  Fernando de Noronha que não possuía um porto até 1986 ano em que foi inaugurado o Porto Santo Antônio. 
Bombordo: presença de escotilhas
 frontais e ausência do armamento

Mas o tempo do Forte dos Remédios conosco foi curtíssimo. Na verdade nem chegou a operar em águas brasileiras. Enquanto trazido dos EUA onde foi comprado, ao largo do litoral de Aracati, encontrou mar grosso e vento forte característicos da região. A tripulação do velho navio que ainda não havia sido reformado emitiu pedidos de socorro por volta das 03:00 da manhã do dia 1 de novembro de 1986. Os oito tripulantes foram resgatados por helicópteros já em botes. Apesar da possibilidade reflutuação da embarcação, os custos da operação não compensariam e o Estado Maior optou por abandonar-la e receber o seguro.
Convés de Popa: escotilhas e
guincho de popa ao fundo

Hoje é um lindo local a ser visitado com grande tubarões-lixa em seu interior e cardumes de peixes ao seu redor, barracudas também são avistadas à boreste, assim como arraias e outros animais marinhos. É comum encontrarmos pescadores na superfície sobre o naufrágio maravilhados com os peixes que fisgam e sem ter muita ideia de que tem lá no fundo a apenas 15m deles.

No modelo podemos observar a rampa frontal, o vasto convés de proa no qual cabiam até 5 tanques sherman, a cabine de comando elevada para manobrar o navio, e o sistema de guincho de popa
Comando e convés de proa
responsável por recolher a ancora e desencalhar o navio após a operação de descarga. 

Notamos também pequenas divergências: no modelo temos duas metralhadoras de montagem dupla que não existem no naufrágio, provavelmente removidas para que não caísse na mão de nenhum mergulhador mais habilidoso; no modelo existem menos escotilhas e portinholas que no naufrágio, nessa série os contrutores possivelmente não vissem necessidade de uma blindagem tão reforçada, talvez por ser uma embarcação de apoio.

Veja fotos do modelo mas não deixe de conhecer o Naufrágio dos Remédios pessoalmente! Confira nosso calendário!


Rampa de Desembarque (mesmo angulo da foto real acima)

Cabine de Comando (mesmo angulo da foto real acima)

Bombordo: presença de armamento e ausência de escotilhas (mesmo angulo da foto real acima)

Convés de Popa (mesmo angulo da foto real acima)

Comando e convés de Proa (mesmo angulo da foto real acima)
Popa: âncora e lemes

Proa e convés de proa


Sistema de guinho de popa
O LCT Forte dos Remédios
Planta do LCT Mk5



Veja também:
Calendário