quarta-feira, 16 de maio de 2018

Questionário aplicado aos mergulhadores e pescadores do Parque Estadual Marinho da Pedra da Risca do Meio


O Parque Estadual Marinho da Pedra da Risca do Meio contém vários pontos de mergulho fantásticos. Com visibilidade que pode chegar a mais de 20 m, durante o primeiro semestre a Mar do Ceará faz operações todo mês com saídas para mergulhadores de nível básico a avançado. Para saber mais sobre as saídas de mergulho para o parque clique AQUI.

Criado em 1997 o parque ainda não tem um plano de manejo definido. Para saber mais sobre essas questões clique AQUI  e AQUI. Um ponto importante para se elaborar um bom plano de manejo é escutar quem utiliza a área. Claro que nem sempre isso acontece por uma série de motivos. O interesse na opinião de usuários de uma área existe, mesmo que nem sempre essa opinião possa ser acatada. Tem isso em mente, mergulhadores e pescadores estão sendo convidados a responder um questionário que é parte de um projeto de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Marinhas Tropicais da Universidade Federal do Ceará (UFC), que tem como finalidade avaliar as relações de causa e efeito das ações antrópicas no parque.

Para responder ao questionário clique AQUI.

Não há necessidade de se identificar. Pede-se que responda ao questionário da forma mais sincera possível. O questionário é curtinho e é uma chance para que administradores e/ou envolvidos no manejo do parque possam ao menos ter uma ideia da opinião dos usuários.


Fotos: Marcus Davis


sexta-feira, 11 de maio de 2018

Um centro de mergulho no Ceará?

Centro de mergulho onde se localiza a Y-40, piscina mais profunda do mundo.

No mundo todo existem centenas de centros de mergulho. Mesmo no Brasil já existem alguns. Mas já pensou se existisse um no Ceará? A Lethycia Aquino, mergulhadora e estudante de arquitetura, pensou nisso. A partir daí, ela tomou a decisão de fazer do seu projeto de conclusão de curso sobre como seria se houvesse mesmo um centro de mergulho no Ceará.

Lethycia Aquino, estudante de arquitetura e mergulhadora.
Quando ela falou sobre essa ideia, muita gente achou estranho. E a pergunta que ela mais ouviu foi: “Mas qual a relação entre o mergulho (autônomo ou livre) e a arquitetura?” A resposta dela foi: “nós mergulhadores precisamos de um espaço para aprender a mergulhar, com sala de aula, piscina e outras coisas que são construídas dentro de uma edificação. Seria muito bom se tivéssemos um espaço pensado para isso, adequado para fazer diversos tipos de atividades relacionadas ao mergulho. Quando eu fiz o curso de mergulho recreativo, senti falta disso e decidir projetar o que seria o local ideal”.

A Lethycia sabe o que ela quer no centro de mergulho. E até tem informação sobre o que precisa. Mas ela também quer saber a opinião de outros mergulhadores. Assim, ela está fazendo uma pesquisa com os mergulhadores, um questionário elaborado para saber o que eles precisam ou o que gostariam que tivesse num centro de mergulho no nosso estado.

Apoiando a ideia dela, estamos colocando o link do questionário para que você possa dar sua opinião.

Para responder a pesquisa basta clicar AQUI! A pesquisa é curtinha e rapidinho você pode responder.

Vale lembrar que esse questionário é parte do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR) da estudante Lethycia Aquino, com o tema de "Centro de Mergulho do Ceará". As respostas obtidas nortearão o desenvolvimento do projeto acadêmico.  Ou seja, ela vai levar em consideração a sua opinião sobre o que deveria ter num centro de mergulho.

Marcus Davis visitando um centro de mergulho na Alemanha.
Suas respostas são confidenciais, sendo utilizadas somente para a realização desse trabalho. Além disso, se você não quiser se identificar não há necessidade para tanto. O preenchimento da identificação é opcional.

As perguntas são direcionadas para mergulhadores, principalmente aqueles do mergulho recreativo e/ou livre, sejam praticantes ou profissionais da área. Se você mergulha, aproveite para dar sua opinião.

Texto com colaboração de Lethycia Aquino
Fonte:
https://www.deeperblue.com/visiting-the-y-40-the-worlds-deepest-pool/

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Mar, mareado, mareação

A alegria dos mergulhadores logo após embarcarem.
Todo mergulhador que já fez um mergulho embarcado sabe sobre o que vamos falar nas próximas linhas. Ou melhor, todo mundo que já andou de barco ou navio, sabe sobre o que vamos falar. Se você não embarcou ainda, se nunca embarcou na vida, eu sugiro que pule direto para a parte "O que fazer antes de embarcar". Digo isso porque uma boa parte da mareação é psicológica. Então, se você ler isso antes de embarcar a primeira vez as chances de que você saberá na prática o que é mareação são maiores.

Bom, se você continuou lendo há duas possibilidades: você já sabe do que estamos falando ou a sua curiosidade foi maior. Mareação ou cinetose é quando você está embarcado e se sente mal ficando enjoado e até vomitando. A teoria mais aceita diz que isso acontece porque seu senso de equilíbrio entende que você está parado quando na verdade você está se movendo. Cinetose na verdade são todos os tipos de enjoo por causa do movimento: de barco ou navio, no carro e em avião. Mareação (o ato, substantivo) ou marear (o verbo) é específico de quando você fica enjoado porque está dentro de um barco ou navio. Lembrando que nem todo mundo que fica enjoado num barco fica enjoado em carros e aviões e vice versa.

O barco balança, se move e balança e enquanto você olha ao redor o seu cérebro tem problemas tentando equilibrar você e há conflito. Aquilo que a parte interna do seu ouvido e seus olhos captam pode ser diferente e seu cérebro entende como informações conflitantes. Ou seja, você olha para os lados, mas não entende que está se movendo. O seu ouvido interno entende que você está se movendo, ou melhor, sente que há movimento. E essas duas informações chegam ao cérebro como sendo contraditórias.

Os mesmos mergulhadores após algumas horas embarcados. 
Não se sabe ao certo porque a resposta do organismo é te deixar enjoado, com a boca seca, dor de cabeça, sudorese além de ficar pálido. Uma pessoa pode ter todos os sintomas ou só um ou dois. E você pode ficar bem enjoado e não vomitar. Ou pode só ficar enjoado, não sentir mais nada e de repente começar a vomitar. Enfim, o que interessa é que mareação pode ser bem ruim e a Ciência ainda não tem certeza de porque essa resposta é assim.

Se você estiver embarcado para mergulhar, acredite quando dizem que melhora quando cai na água. Nunca deixe de fazer um mergulho porque você está mareado. Deitado no barco você pode se sentir um pouco melhor (apesar das pesquisas mostrarem que isso piora o seu estado de enjoo), mas o contato com a água e principalmente o descer na água vai fazer com que você se sinta muito melhor. Toda operadora/escola de mergulho sabe lidar com os mareados. Então, se for o caso peça ajuda. Diga que não consegue se levantar e/ou se equipar. No Ceará, porque nossos mares são mais agitados do que em outros lugares, o pessoal da Mar do Ceará está mais do que preparado para cuidar de você. Resista ao desejo de desistir!

Há outras coisas que você pode e deve fazer enquanto está dentro do barco para se sentir melhor. Coma enquanto está a bordo. Muito provavelmente você não sentirá forme, mas um estômago vazio é pior. E principalmente, beba água. Muita água. Você já tem uma tendência a ficar desidratado por estar no sol. Vomitando isso acelera o processo. Então para evitar que se sinta ainda pior por estar mareado: BEBA água!

Imagem ilustrando a relação olhos e ouvido interno durante a mareação.
Fonte: http://www.leventefe.com.au/motion-sickness/


Além dessas dicas há outras no site da PADI (Professional Association of Diving Instructors) :


  • Quando no barco: Ficar no convés e olhar para o horizonte. Evitar ficar próximo dos motores e inalar o cheiro de fumaça. 
  • Antes de embarcar (dias anteriores ou logo antes): evitar refeições pesadas. 
  • Beber bastante água
  • Evitar bebidas alcólicas no dia anterior a embarcar
  • Se possível fique de pé. Sentar ou deitar pode fazer com que você se sinta pior. 
  • Como bolachas (biscoitos) de água e sal para acalmar o estômago
  • Evite outras pessoas que estejam mareadas (obs: ver alguém passando mal pode fazer com que você passe mal também. Lembra o tal do "psicológico"? Pois é, ele pode ser mais forte do que você imagina.)
Quanto a medicação existem as vendidas nas farmácias, mas não tome remédios sem consultar um médico! E lembre-se que a maioria desses remédios requer que você comece a tomar várias horas antes de embarcar. Sem contar que todo medicamento tem efeitos colaterais, então cuidado!
Quando embarcado: beba água!
Resumindo

ANTES DE EMBARCAR (dias e horas antes)


  • Durma bem
  • Evite bebidas alcólicas
  • Evite comidas pesadas 
  • Como alguma coisa (se for emb7arcar de manhã, coma bem no café da manhã)

DURANTE O EMBARQUE 
  • Beba água
  • Tente comer
  • Não tenha medo, nem vergonha de vomitar
  • Procure olhar para o horizonte
  • Se estiver enjoado procure respirar ar fresco e evite respirar a fumaça que sai do motor
  • Evite abaixar a cabeça ou olhar para o chão


Fonte:
https://www.diversalertnetwork.org/medical/articles/Motion_Sickness_Updated_2003
http://www2.padi.com/blog/2015/07/31/simple-tips-for-preventing-seasickness-divers-alert-network/
Benson, Alan J. (2002). "Motion Sickness". In Kent B. Pandoff; Robert E. Burr. Medical Aspects of Harsh Environments (PDF). 2. Washington, D.C.: Borden Institute. pp. 1048–1083. ISBN 978-0-16-051184-4. Retrieved 27 Mar 2017.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Fernando de Noronha: a ilha e os mergulhos

Vista geral da Ilha

             
             A grande maioria das pessoas quando escuta o nome “Noronha” já pensa em praias lindas e lugar paradisíaco. Imagens belíssimas passam pela cabeça dessas pessoas. Mas pouca gente realmente sabe o que é Noronha ou até mesmo onde fica.  
            Fernando de Noronha é na verdade o nome de um arquipélago (conjunto de ilhas). O arquipélago é formado por vinte e uma ilhas, numa extensão de 26 km2. A ilha principal, também denominada Fernando de Noronha, é a única ilha habitada e tem uma área de 17km2. Todas as outras ilhas fazem parte do Parque Nacional Marinho e só podem ser visitadas se o IBAMA autorizar.
            O arquipélago se encontra a mais de 300 km de distância do continente, ou seja, um pouco difícil chegar lá nadando. Apesar de ser mais próximo de Natal, Rio Grande do Norte, pertence na verdade a Recife, Pernambuco e há voos diretos diários saindo das duas cidade para chegar na ilha. Ir de barco ou navio também é uma opção, mas há taxas a se pagar e não se pode atracar em qualquer lugar.

            Apesar do acesso restrito, e do tamanho do arquipélago somente na ilha principal há bastante que fazer e ver. São mais de 20 praias situadas ao longo dos dois lados da ilha, o Mar de Dentro e o Mar de Fora. O Mar de Dentro é o lado a noroeste da ilha, onde estão localizadas a maioria das praias, o Mar de Fora fica a sudeste da ilha. Praias abrigadas, em baias, também são comuns na ilha. 
Baia dos Porcos
             Como uma ilha no meio de um mar tropical, Noronha pode ser realmente considerada um paraíso. Faz sol a maior parte do ano, e águas mornas favorecem o esporte deste blog que você agora visita: o mergulho. Noronha entra para o topo da lista dos pontos de mergulhos do Brasil e há quem diga do mundo.
            A possibilidade de uma visibilidade de até 50 metros, águas calmas em vários pontos da ilha fazem com que mesmo iniciantes na prática do mergulho ou aqueles que nunca mergulharam na vida, possam usufruir do esporte. Também há vários pontos de fácil acesso e que são rasos o bastante para garantir um mergulho seguro e muito divertido para quem tenta o esporte pela primeira vez. 
            Para os mergulhadores experientes há todo tipo de mergulho: noturno, técnico, nitrox e por aí vai. Alguns mergulhos, como visitar a Corveta, requerem inclusive treinamento avançado e experiência. Mas mesmo uma máscara e snorkel podem garantir diversão, para ver peixes na beira da praia.
Mapa dos mergulhos na Ilha de Fernando de Noronha, clique aqui para ver a imagem em tamanho real. 

            A Mar do Ceará está começando a bater o ponto em Noronha. Por duas vezes já a escola e operadora de mergulho levou uma galerinha para mergulhar: uma em outubro de 2015 e outra em outubro de 2016. Quiserem conferir as fotos desses dois momentos cliquem aqui para 2015 e aqui para 2016. A galera se divertiu fazendo trilhas além dos mergulhos. Foi tempo de curtir a ilha, curtir o mar e as praias. Enfim, vida e liberdade total nesse paraíso na terra. 
          E em 2018 a Mar do Ceará vai levar a galerinha de novo para Noronha! A viagem promete! Vamos? Ainda dá tempo!

Fonte:

https://viagemeturismo.abril.com.br/cidades/fernando-de-noronha-7/
http://www.noronha.pe.gov.br/instMeioAmbiente.php http://www.ilhadenoronha.com.br/ailha/mergulho_em_noronha.php

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Um oceano feito de plástico


Todos os dias, do momento em que acordamos até quando vamos dormir, nós estamos cercados de plástico. É a escova de dentes, o cartão de crédito, a embalagem do shampoo, o pacote do biscoito ou salgadinho, canudinhos e por aí vai. Até nas nossas roupas há plástico. E esse plástico se tornou um problema. Na última década, temos produzido mais plástico do em todos os anos anteriores desde o aparecimento do plástico. E a produção continua a crescer. E todo esse plástico trouxe um problema junto com ele.



Produzimos toneladas e toneladas de lixo plástico todos os dias. E esse lixo representa muitos problemas. O plástico demora muito para degradar, para desmanchar e desaparecer. Esse muito é realmente muito. Mesmo se você, que está lendo esse texto, agora tiver 100 anos, o plástico leva em média três vezes a sua vida para sumir. Se você tiver apenas trinta anos será dez vezes a sua idade! Ou seja, pelo menos 300 anos para sumir. Você pode pensar agora “Mas e a reciclagem? Plástico pode ser reciclado!”. Uma parte do plástico sim. Mas sabia que sacolas plásticas não podem? E mesmo o plástico que pode ser reciclado a maior parte não é. Por que? Bom, isso requer um investimento. Requer dinheiro. Mesmo em países como Inglaterra e Estados Unidos menos de 10% do plástico é reciclado.


E o que acontece com todo esse lixo? Essas toneladas e mais toneladas de plástico, de lixo indestrutível que nós produzimos todos os dias. A maior parte vai parar nos mares e oceanos. Através de rios e sendo arrastada pela chuva. Algumas vezes simplesmente jogado diretamente no mar. Como isso é possível? Simplesmente estamos produzindo mais lixo do que damos de conta.

Mas muito desse plástico é desnecessário. Quando foi a última vez que você saiu de uma loja com uma sacola de plástico? E no supermercado? Quando foi a última vez que você pegou uma sacola de plástico para carregar somente um produto? E usou um canudinho em um copo que não precisava de canudo? Ou usou um copo plástico sem nem perguntar se tinha a opção de copo de vidro? Parte do problema é que não somo ensinados sobre tudo isso. Não questionamos hábitos corriqueiros do nosso dia a dia. Simplesmente consumimos e produzimos lixo plástico indiscriminadamente.

Você pode ter ouvido falar da ilha de plástico no Pacífico. Mas será que você sabe o quão responsável pela existência dessa ilha você é? Ou será que você sabe que há pelo menos outras três grandes ilhas de plástico? Uma vez que não temos acesso a toda a informação fica difícil decidir.

Outra parte do problema é que as vezes não temos escolha. Faça o teste. Entre em um supermercado. Qualquer supermercado. Agora compre dez produtos  que você esteja precisando entre alimentos e produtos de limpeza ou higiene pessoal e tente não comprar nada que tenha embalagem de plástico. Difícil? Agora tente cinco produtos. Ainda difícil? Quando a gente começa a refletir, a gente vê o quanto está mergulhado em plástico, cercado e quase literalmente refém de uma vida de plástico.

Eu imagino que você que está sentado aí lendo ama alguém. Ama um filho ou cônjuge. Um pai ou uma mãe. Um amigo ou amiga. Um caso, um parceiro. Espero que você se ame também. Baseado nesse amor, qual seria a dificuldade de começar a refletir as suas escolhas? Seria muito difícil na próxima vez que você entrar no supermercado recusar uma sacola plástica? Ou quando for tomar um suco beber no copo, sem canudinho? São pequenas escolhas, mas que fazem uma grande, enorme diferença. Então, escolha.

A decisão de diminuir a quantidade de plástico que jogamos nos mares e oceanos é nossa. Minha aqui sentada escrevendo. Sua aí sentado lendo. É meu dever. É seu dever. É nosso e todo e qualquer ser humano nesse planeta. Se não fizermos nada estaremos literalmente nadando em plástico nos próximos anos. As previsões mais otimistas dizem que até 2050 haverá mais plástico nos oceanos do que peixes. Parece que ainda falta muito tempo.  Na verdade, é pouco mais de 30 anos. Não é tanto tempo assim.

A maior parte do lixo plástico que produzimos é totalmente desnecessária. Verdade que de muitas coisas somos reféns. Se diante desse quadro tenebroso hoje você decidisse não usar mais nada de plástico, é possível que você tivesse que se mudar para uma colônia de nudistas. E não estou exagerando. Há plástico nas roupas de baixo. Há plástico na tinta de camisetas. E é muito provável que os botões de todas as suas roupas sejam de plástico. Pare e observe. O que não tem plástico a sua volta?

Todos os anos o mar sufoca mais um pouco em plástico. Milhares de animais morrem em decorrência do lixo plástico todos os meses. São tartarugas, pássaros, tubarões, golfinhos e focas. Peixes, centenas de peixes todos os dias. Isso dos animais que podem ser considerados grandes. E os camarões? E pequenos peixes e larvas? Não sabemos. Conseguimos apenas contar o que vemos. E o que vemos é que milhares de animais “grandes” morrem todos os meses em decorrência de todo esse plástico que nós usamos.

Assusta um pouco pensar nisso. Assusta ainda mais assumir a responsabilidade e dizer “Eu sou responsável pela baleia que morreu de fome com o estômago cheio de plástico”. Se der muito medo não precisa fazer. Mas as pessoas que você ama e os outros bilhões de pessoas que vivem nesse planeta precisam que você assuma sua parcela de responsabilidade e comece hoje. Recuse o copo plástico. Recuse o canudinho. Recuse a sacola. Recuse qualquer plástico que você puder recusar. O que você não puder recusar a gente vai resolvendo. Aos poucos. Dia após dia. Mas é preciso começar. Nos pequenos passos. No imediato. Nas escolhas de hoje.

Fontes: 
https://oceanservice.noaa.gov/facts/
https://marinedebris.noaa.gov/info/faqs.html
https://plasticoceans.org/